15/11/2012

SHALOM!!!

"  Paz, em hebraico, é Shalom, e, literalmente, Shalom quer dizer: “estar inteiro”, “estar em repouso”...  É então conveniente que perguntemos: o que nos impede de estarmos inteiros?  O que  nos impede de experimentarmos o repouso, isto é, de estarmos em paz?"
Foto: A PAZ…
   "  Paz, em hebraico, é Shalom, e, literalmente, Shalom quer dizer: “estar inteiro”, “estar em repouso”...  É então conveniente que perguntemos: o que nos impede de estarmos inteiros?  O que  nos impede de experimentarmos o repouso, isto é, de estarmos em paz?"
     As respostas são múltiplas; destaco apenas as que me parecem essenciais;
-    O que nos impede de estarmos inteiros, de estarmos inteiramente presentes na integridade do que somos, é o medo.
-    O que nos permite estarmos inteiros, estarmos inteiramente presentes na integridade do que somos, é o amor.
     O contrário do amor, e portanto da realização do que somos, não é fundamentalmente o ódio, e sim o medo.
     Medo de quem?  Medo de que?
     Medo de amar, melhor dizendo, de se perder, pois amar antes de se encontrar é perder-se.
     Certamente, existe toda sorte de medo: do desconhecido, do sofrimento, do abandono, da morte...  Todos esses medos podem resumir-se num só: medo de ser “nada”.
      Este medo nos leva a esforços inimagináveis, para provarmos a nós mesmos e aos outros que somos alguma coisa e que “vale a pena” sermos amados, que o merecemos...  Ser amado seria, portanto, um direito do homem?
     Infelizmente, este é um segredo muito bem guardado: aquele que procura ou solicita o amor jamais o encontrará...  Só o encontramos no momento em que o damos...  Unicamente quem ama, quem se torna amável e é capaz desse dom “gracioso” recebe o amor gratuitamente.
    O Amor jamais se manifesta àquele que o pede, mas se revela sem cessar a quem o doa.  Aquele que compreendeu e viveu isto sente-se em paz.  E também inteiro, porque só o amor nos realiza (e é o cumprimento da lei).
     O medo nos “castra”, torna-nos enfermos e impede a livre circulação da vida em todos os nossos membros.  E no Amor não há “membros impuros”: “Tudo é puro para aquele que é puro”; é o Amor que purifica.
     Amar com todo o seu ser, este é o mandamento (mitzvah), ou, mais exatamente, o “exercício” que nos é proposto: “Amarás com todo o teu coração, com todo o teu espírito, com todas as tuas forças”; isto traz também uma esperança.
      Um dia amarei inteiramente, não somente com o meu corpo, minha cabeça ou meu coração,  mas “inteiramente”; um dia, se almejo isto sem perder a esperança, estarei em paz.  Pois é suficiente desejar amar, querer amar, mesmo que ainda não seja amar...  Bem sabemos que o inferno não está nos outros; o inferno é não amar, é não se amar inteiramente, até em nossa dificuldade e algumas vezes em nossa incapacidade de amar...
      Nesse caso, talvez seja bastante não mais querer, não mais ter medo deste medo sutil, menos grosseiro, que é o medo de não ser amado, o medo de não amar...  Aquele que perdeu o medo de ser “nada” não tem mais medo de tudo; paradoxalmente, é o medo de ser nada que nos impede de ser tudo.  Se aceitássemos, por um instante, este “nada” que somos, este “nada a mais e nada a menos” do que somos, então,  nesse mesmo momento, não haveria mais obstáculos à revelação e ao desdobramento do Ser que ama, em nós e através de nós.
     Se, supostamente, ser amado é um direito do homem, ser capaz de doar é uma realização, uma graça divina concedida ao homem; a alegria de participar da Dádiva e da Vida do Ser que faz “girar a Terra, o coração humano e as demais estrelas”, generosamente...
      Porém, não fosse pelo fato de nos “sentirmos mal”, como seria possível aceitarmos “ser nada” quando nos sentimos ser alguma coisa?  O termo “nada” pode parecer negativo; talvez fosse preciso dizer simplesmente “ser”, sem acrescentar qualquer palavra, para podermos pressentir que o que se soma ao “ser” é algo de “mental” e compreendermos melhor a palavra do Cristo, precedida pela de Buda (seis séculos antes): “O que é, é, o que não é, não é”.  Tudo o que é dito a mais vem do mental ou do “mau”, ou ainda, em algumas traduções, do “mentiroso”.
      Sentir-se em paz é estar num corpo relaxado, com o coração livre e a mente serena.  E conhecendo melhor, hoje, as funções coordenadoras do cérebro, é sem dúvida pelo mental que devemos começar.  Ser nada a mais (e nada a menos) do que somos – estar em paz – pressupõe uma mente pacificada, em repouso, e é o segundo sentido da palavra shalom.
     Por que não estamos em repouso?
     Não somente há o medo de ser “nada” (ser mais ou ser menos do que somos), mas existem as lembranças, com as quais nos identificamos e que tomamos por nosso verdadeiro ser.  O caminho para a paz é aquele que nos faz passar das nossas identidades provisórias, irrisórias, transitórias, para a nossa identidade essencial (eu sou o que eu sou).
     Os Padres do Deserto falavam de oito logismoï, ou pacotes de memórias, com os quais nos identificamos e que nos impedem de estar em paz.  São eles:
1.    Gastrimargia, ou a identificação com nossas fomes, sedes e apetites, o resultado de todas as nossas necessidades, que e somatizam, na maior parte do tempo, oralmente (bulimia, anorexia);
2.    Philarguria, ou o medo de nos faltar algo, que se manifesta pela acumulação de bens inúteis; identificamo-nos e buscamos a segurança, pelo que temos e pelo que possuímos;
3.    Pornéia, ou a identificação com a nossa vida pulsional, com o medo de nos faltar vitalidade e desejo;
4.    Orgé, ou a dominação do irascível e do emocional, a cólera de não ser reconhecido como “centro  do mundo”, “digno de reconhecimento e respeito”;
5.    Lupé, ou a tristeza de não sermos amados como gostaríamos de ser;
6.    Acedia, ou a tristeza de não sermos amados de forma alguma, o desespero diante da evidência de que nunca fomos e nunca seremos amados (a menos que cessemos de pedir e nos tornemos capazes de doar);
7.    Kenodoxia, ou a vaidade e a presunção que nos identificam com a imagem que fazemos de nós mesmos, independentemente do que somos na verdade; isto só acontece com angústia, e esta é proporcional à diferença que existe entre o que somos e o que pretendemos ser;
8.    Uperephania, sem dúvida, a patologia mais grave: trata-se de colocar nossa identidade ilusória como se fosse a única realidade, e tomarmos a nós mesmos por única referência e juizes do que é bom ou mau; considerar todas as coisas em relação ao prazer ou desprazer que elas nos proporcionam e fazer delas uma lei válida para todos.
     Aos oito logismoï, ou pensamentos, poderíamos acrescentar muitos outros, como o ciúme, a inveja...  e todas as projeções que nos impedem de ver e de aproveitar o que está no presente.  Não por acaso, mais tarde, os Padres do Deserto chamaram estes pensamentos ou expressões da mente, que constituem obstáculos à apreensão simples e pacífica do que existe e do que somos, de “demônios” (shatan, que, em hebraico, quer dizer: “obstáculo”).
      Em resumo, o principal obstáculo à paz, o maior dos demônios é a nossa própria mente, este reservatório de emoções passadas, que se derrama sem parar sobre o presente; este “pacote de memórias” que denominamos ego, ou eu.  Quem sofre ou é infeliz é sempre o eu e nossa identificação com o que não somos realmente.
     Que só o presente existe é um segredo bem guardado; o que era, não é mais; o que será, ainda não é; se vivermos eternamente em nossos arrependimentos e projetos, teremos que sofrer e passaremos ao largo do “segredo”... “Ora ao teu Pai que está aí, dentro do segredo”, na presença do que é presente.  São palavras do Evangelho e também palavras de cura...
      A morte não existe ainda, ela não é.  Só permanece este “Eu Sou”, que existe desde sempre e para sempre.  Não podemos ir para outro lugar, senão onde estamos; e onde nos encontramos aqui já estamos.  Por que procurar, em outra parte, a vida e a paz que nós somos, se a paz é nossa verdadeira natureza, não está por fazer?  Trata-se, primeiramente, de conferir menos importância àquilo que nos “impede” de estar em paz; depois, não lhe dar importância alguma, se quisermos; e isto significa aderir, instante após instante, ao que é, com um espírito silencioso, uma mente serena, ou melhor, não identificados com as memórias e com as emoções que essas memórias provocam.
     Lembrar-se de que nossa verdadeira natureza está em paz é uma forma universal de oração.  Essa rememoração de nosso ser verdadeiro encontra-se, efetivamente, na base das práticas de meditação de várias culturas ou religiões (dhikr – prática islâmica; japa – modalidade de ioga; hesicasmo – seita antiga de místicos cristãos orientais, etc.).
           Temos medo de que?  De perdermos a cabeça, perdermos a alma, de não  sermos o que nossas memórias nos dizem que somos, não sermos coisa alguma do que pensamos ser?  Perdem-se as ilusões, os pensamentos, e fica somente o medo de morrer.  Se eu paro de me identificar com o que deve morrer, permaneço já naquilo que sou desde sempre.
     Não pode haver outro artesão da paz que não seja aquele cujo corpo está relaxado, que tem o coração livre e a mente pacificada.  Mesmo o nosso desejo de paz pode tornar-se uma tensão, um nervosismo, um obstáculo à paz, uma obrigação, um dever que se somará à infelicidade e à inquietação do mundo.
     Afirmar que estamos em paz não é negar nossos medos, nossas memórias, nossos sofrimentos...  é colocá-los em seus devidos lugares, na corrente insensata e tranquila da verdadeira Vida..."(Jean-Yves Leloup)

Gratidão pelo "maná" que nos sustenta em meio a caminhada no "deserto" até a Suprema Realização da "terra prometida" em todo coração...
SHALOM!!!
TODA LUZ
COM AMOR
ClaraLuz.
http://www.youtube.com/watch?v=2xAgLtjMrW4
 " As respostas são múltiplas; destaco apenas as que me parecem essenciais;
-    O que nos impede de estarmos inteiros, de estarmos inteiramente presentes na integridade do que somos, é o medo.
-    O que nos permite estarmos inteiros, estarmos inteiramente presentes na integridade do que somos, é o amor.
     O contrário do amor, e portanto da realização do que somos, não é fundamentalmente o ódio, e sim o medo.
     Medo de quem?  Medo de que?
     Medo de amar, melhor dizendo, de se perder, pois amar antes de se encontrar é perder-se.
     Certamente, existe toda sorte de medo: do desconhecido, do sofrimento, do abandono, da morte...  Todos esses medos podem resumir-se num só: medo de ser “nada”.
      Este medo nos leva a esforços inimagináveis, para provarmos a nós mesmos e aos outros que somos alguma coisa e que “vale a pena” sermos amados, que o merecemos...  Ser amado seria, portanto, um direito do homem?
     Infelizmente, este é um segredo muito bem guardado: aquele que procura ou solicita o amor jamais o encontrará...  Só o encontramos no momento em que o damos...  Unicamente quem ama, quem se torna amável e é capaz desse dom “gracioso” recebe o amor gratuitamente.
    O Amor jamais se manifesta àquele que o pede, mas se revela sem cessar a quem o doa.  Aquele que compreendeu e viveu isto sente-se em paz.  E também inteiro, porque só o amor nos realiza (e é o cumprimento da lei).
     O medo nos “castra”, torna-nos enfermos e impede a livre circulação da vida em todos os nossos membros.  E no Amor não há “membros impuros”: “Tudo é puro para aquele que é puro”; é o Amor que purifica.
     Amar com todo o seu ser, este é o mandamento (mitzvah), ou, mais exatamente, o “exercício” que nos é proposto: “Amarás com todo o teu coração, com todo o teu espírito, com todas as tuas forças”; isto traz também uma esperança.
      Um dia amarei inteiramente, não somente com o meu corpo, minha cabeça ou meu coração,  mas “inteiramente”; um dia, se almejo isto sem perder a esperança, estarei em paz.  Pois é suficiente desejar amar, querer amar, mesmo que ainda não seja amar...  Bem sabemos que o inferno não está nos outros; o inferno é não amar, é não se amar inteiramente, até em nossa dificuldade e algumas vezes em nossa incapacidade de amar...
      Nesse caso, talvez seja bastante não mais querer, não mais ter medo deste medo sutil, menos grosseiro, que é o medo de não ser amado, o medo de não amar...  Aquele que perdeu o medo de ser “nada” não tem mais medo de tudo; paradoxalmente, é o medo de ser nada que nos impede de ser tudo.  Se aceitássemos, por um instante, este “nada” que somos, este “nada a mais e nada a menos” do que somos, então,  nesse mesmo momento, não haveria mais obstáculos à revelação e ao desdobramento do Ser que ama, em nós e através de nós.
     Se, supostamente, ser amado é um direito do homem, ser capaz de doar é uma realização, uma graça divina concedida ao homem; a alegria de participar da Dádiva e da Vida do Ser que faz “girar a Terra, o coração humano e as demais estrelas”, generosamente...
      Porém, não fosse pelo fato de nos “sentirmos mal”, como seria possível aceitarmos “ser nada” quando nos sentimos ser alguma coisa?  O termo “nada” pode parecer negativo; talvez fosse preciso dizer simplesmente “ser”, sem acrescentar qualquer palavra, para podermos pressentir que o que se soma ao “ser” é algo de “mental” e compreendermos melhor a palavra do Cristo, precedida pela de Buda (seis séculos antes): “O que é, é, o que não é, não é”.  Tudo o que é dito a mais vem do mental ou do “mau”, ou ainda, em algumas traduções, do “mentiroso”.
      Sentir-se em paz é estar num corpo relaxado, com o coração livre e a mente serena.  E conhecendo melhor, hoje, as funções coordenadoras do cérebro, é sem dúvida pelo mental que devemos começar.  Ser nada a mais (e nada a menos) do que somos – estar em paz – pressupõe uma mente pacificada, em repouso, e é o segundo sentido da palavra shalom.
     Por que não estamos em repouso?
     Não somente há o medo de ser “nada” (ser mais ou ser menos do que somos), mas existem as lembranças, com as quais nos identificamos e que tomamos por nosso verdadeiro ser.  O caminho para a paz é aquele que nos faz passar das nossas identidades provisórias, irrisórias, transitórias, para a nossa identidade essencial (eu sou o que eu sou).
     Os Padres do Deserto falavam de oito logismoï, ou pacotes de memórias, com os quais nos identificamos e que nos impedem de estar em paz.  São eles:
1.    Gastrimargia, ou a identificação com nossas fomes, sedes e apetites, o resultado de todas as nossas necessidades, que e somatizam, na maior parte do tempo, oralmente (bulimia, anorexia);
2.    Philarguria, ou o medo de nos faltar algo, que se manifesta pela acumulação de bens inúteis; identificamo-nos e buscamos a segurança, pelo que temos e pelo que possuímos;
3.    Pornéia, ou a identificação com a nossa vida pulsional, com o medo de nos faltar vitalidade e desejo;
4.    Orgé, ou a dominação do irascível e do emocional, a cólera de não ser reconhecido como “centro  do mundo”, “digno de reconhecimento e respeito”;
5.    Lupé, ou a tristeza de não sermos amados como gostaríamos de ser;
6.    Acedia, ou a tristeza de não sermos amados de forma alguma, o desespero diante da evidência de que nunca fomos e nunca seremos amados (a menos que cessemos de pedir e nos tornemos capazes de doar);
7.    Kenodoxia, ou a vaidade e a presunção que nos identificam com a imagem que fazemos de nós mesmos, independentemente do que somos na verdade; isto só acontece com angústia, e esta é proporcional à diferença que existe entre o que somos e o que pretendemos ser;
8.    Uperephania, sem dúvida, a patologia mais grave: trata-se de colocar nossa identidade ilusória como se fosse a única realidade, e tomarmos a nós mesmos por única referência e juizes do que é bom ou mau; considerar todas as coisas em relação ao prazer ou desprazer que elas nos proporcionam e fazer delas uma lei válida para todos.
     Aos oito logismoï, ou pensamentos, poderíamos acrescentar muitos outros, como o ciúme, a inveja...  e todas as projeções que nos impedem de ver e de aproveitar o que está no presente.  Não por acaso, mais tarde, os Padres do Deserto chamaram estes pensamentos ou expressões da mente, que constituem obstáculos à apreensão simples e pacífica do que existe e do que somos, de “demônios” (shatan, que, em hebraico, quer dizer: “obstáculo”).
      Em resumo, o principal obstáculo à paz, o maior dos demônios é a nossa própria mente, este reservatório de emoções passadas, que se derrama sem parar sobre o presente; este “pacote de memórias” que denominamos ego, ou eu.  Quem sofre ou é infeliz é sempre o eu e nossa identificação com o que não somos realmente.
     Que só o presente existe é um segredo bem guardado; o que era, não é mais; o que será, ainda não é; se vivermos eternamente em nossos arrependimentos e projetos, teremos que sofrer e passaremos ao largo do “segredo”... “Ora ao teu Pai que está aí, dentro do segredo”, na presença do que é presente.  São palavras do Evangelho e também palavras de cura...
      A morte não existe ainda, ela não é.  Só permanece este “Eu Sou”, que existe desde sempre e para sempre.  Não podemos ir para outro lugar, senão onde estamos; e onde nos encontramos aqui já estamos.  Por que procurar, em outra parte, a vida e a paz que nós somos, se a paz é nossa verdadeira natureza, não está por fazer?  Trata-se, primeiramente, de conferir menos importância àquilo que nos “impede” de estar em paz; depois, não lhe dar importância alguma, se quisermos; e isto significa aderir, instante após instante, ao que é, com um espírito silencioso, uma mente serena, ou melhor, não identificados com as memórias e com as emoções que essas memórias provocam.
     Lembrar-se de que nossa verdadeira natureza está em paz é uma forma universal de oração.  Essa rememoração de nosso ser verdadeiro encontra-se, efetivamente, na base das práticas de meditação de várias culturas ou religiões (dhikr – prática islâmica; japa – modalidade de ioga; hesicasmo – seita antiga de místicos cristãos orientais, etc.).
           Temos medo de que?  De perdermos a cabeça, perdermos a alma, de não  sermos o que nossas memórias nos dizem que somos, não sermos coisa alguma do que pensamos ser?  Perdem-se as ilusões, os pensamentos, e fica somente o medo de morrer.  Se eu paro de me identificar com o que deve morrer, permaneço já naquilo que sou desde sempre.
     Não pode haver outro artesão da paz que não seja aquele cujo corpo está relaxado, que tem o coração livre e a mente pacificada.  Mesmo o nosso desejo de paz pode tornar-se uma tensão, um nervosismo, um obstáculo à paz, uma obrigação, um dever que se somará à infelicidade e à inquietação do mundo.
     Afirmar que estamos em paz não é negar nossos medos, nossas memórias, nossos sofrimentos...  é colocá-los em seus devidos lugares, na corrente insensata e tranquila da verdadeira Vida..."(Jean-Yves Leloup)

Gratidão pelo "maná" que nos sustenta em meio a caminhada no "deserto" até a Suprema Realização da "terra prometida" em todo coração...
SHALOM!!!
TODA LUZ
COM AMOR
ClaraLuz. 

SHALOM ALEICHEM

COMUNHÃO...ORAÇÃO

"Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão."(Confúcio)
Foto: COMUNHÃO...ORAÇÃO
QUERIDOS O MOMENTO É DE UMA DELICADEZA EXTREMA...QUE POSSAMOS MANTER O FOCO NA LUZ QUE NUNCA SE APAGA...QUE CADA QUAL, DENTRO DE SEU CREDO, POSSA ELEVAR SEU PENSAMENTO, EM UMA CORRENTE DE COMUNHÃO DE MENTES/CORAÇÕES, EM ORAÇÃO PARA O MAIS ELEVADO BEM PARA TUDO E TODOS!
"Até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão."(Confúcio)
GRATIDÃO INFINITA!
PAZ PROFUNDA!
COM AMOR
ClaraLuz.
http://www.youtube.com/watch?v=aqzltedTp2U&feature=related
QUERIDOS O MOMENTO É DE UMA DELICADEZA EXTREMA...QUE POSSAMOS MANTER O FOCO NA LUZ QUE NUNCA SE APAGA...QUE CADA QUAL, DENTRO DE SEU CREDO, POSSA ELEVAR SEU PENSAMENTO, EM UMA CORRENTE DE COMUNHÃO DE MENTES/CORAÇÕES, EM ORAÇÃO PARA O MAIS ELEVADO BEM PARA TUDO E TODOS!

GRATIDÃO INFINITA!
PAZ PROFUNDA!
COM AMOR
ClaraLuz.

Te Ofereço Paz

13/11/2012

UMA LUZ QUE NUNCA NOS DEIXARÁ

"Nas igrejas e nos templos, há o costume de acender velas e de queimar incenso.
Por quê?
Porque a vela e o incenso a arder simbolizam o sacrifício, isto é, a transformação de uma matéria bruta numa matéria mais 

sutil: luz, perfume.
Esta luz e este perfume que acompanham as orações dos fiéis elevando-se para o Senhor representam o que eles devem queimar neles próprios para serem escutados.
Nenhum dos atos que o homem realiza na sua vida é fruto do acaso; mesmo aqueles que parecem insignificantes contem um sentido profundo.
Então, sempre que vós acendeis uma vela ou um fogo, deveis deixar-vos impregnar pela profundeza desse fenômeno que é o sacrifício e pensar que, para se poder ter acesso aos planos superiores da alma e do espírito, é sempre necessário queimar algo em si próprio.
Há tantas coisas acumuladas no nosso interior e que nós podemos queimar!
Todas as impurezas, todas as tendências egoístas, passionais – é essa a matéria que nós devemos queimar para produzir uma luz que nunca nos deixará." (Omraam Mikhaël Aïvanhov)
 

"E o Senhor aos nossos olhos, fez sinais e maravilhas."


Que o Misericordioso Amor do Pai/Mãe do universo nos sustente hoje e sempre!
Gratidão profunda a grande Vida!
Gratidão a tudo e a todos!
Na Luz somos todos UM!
Paz profunda!
Uma Chuva de Bênçãos!
Luminoso Abraço
ClaraLuz.

MANTENHAM O FOCO NA LUZ!

"O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo. O que for o teu desejo, assim será tua vontade. O que for a tua vontade, assim serão teus atos. O que forem teus atos, assim será teu destino." (Brhadaranya ka Upanishad)
 
Cada momento é único, quando nos abrimos a vivenciá-lo aqui e agora trazemos uma qualidade de presença única também e desse modo presencial exercitamos nossas "pequenas" escolhas no dia a dia, internamente/externamente e coletivamente... Têm momentos onde por conta de eventos, conjunções... Várias pessoas juntas, conscientemente ou não, exercem num nível manifesto suas intenções/ações, isso potencializa a manifestação que repercute no todo... Daí a importância do nível de consciência nessas escolhas (es-colha)... Que a Amorosidade Lúcida/ Justa, desde o mais elevado/profundo em nós, seja convidada a nos guiar...Em Poder e Graça...Em Sabedoria/Amor...Em Unidade... Em Plena Vida.

Mantenham o foco na LUZ!
Toda Luz!!!
Paz Verdadeira!
Gratidão profunda!
ClaraLuz.

Os sons do Silêncio.

KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH

Foto: KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH 
http://www.youtube.com/watch?v=Jn-0Ay3VjnY
Permita-se... Deixe o Essencial expandir-se... Vibrando em Som... Ritmo... Cor...

...Fusão...
“ A Minha alegria permaneça em você e a vossa alegria seja completa.”

Claridade na mente/coração...
Fé revelação...
Amor sem condição...
SHALOM!!!
ClaraLuz.

KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH 
KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH 
KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH 

11/11/2012

UM NOVO NASCIMENTO

Pergunto: você quer dar um novo nascimento ao seu Ser?  
Esta disposto a mudar radicalmente a forma de pensar sentir agir ser? Não por imposição externa de quem quer que seja, mais sim, por resolução interna de quem se abre a Divina Presença e se permite transformar... Se permite metamorfosear espiritualmente...a formar um novo corpo de Luz animado em Verdade pelo Sopro que a tudo permeia....
Esta disposto a essa experiência transformadora de encontro com o Sagrado em ti... A morrer para velha forma de vida e ReViver para uma nova dimensão de Ser/Estar/Viver...
Pense nisso... Sinta como essas palavras lhe ressoam no mais profundo, no mais intimo do ser...
Se a resposta for SIM
Esteja aberto ao processo...
Coopere com Aquilo que Sabe Ama e é o Poder verdadeiro que movimenta toda energia para a transmutação que, a partir de seu Sim, já esta em curso...
Desapegue-se, das antigas formas, daquilo que não traz sentido verdadeiro ao viver...
Você conta com o Poder maior, aquele mesmo que na natureza sustenta a transformação da lagarta em borboleta... Que sustenta tudo que vive e é...
Abra-se... Sinta se digno... Pois você é... Nada do que possa se apresentar à mente/sentimento como obstáculo tem existência por si só... Adentre a dimensão do Real no altar do seu coração... Renasça em consciência como filho da Luz que és... Traga ao campo das realizações aquilo que lhe dita o coração... Viva plenamente... Viva em MeDitaAção...

“... Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo.” (João 3.3)

Que a Luz flua preenchendo todo o espaço!
Bem vindo ao Agora!!!
Gratidão Infinita!
Paz profunda!
Luminoso Abraço
ClaraLuz.

Irradiação de Cura:PODER
http://www.mediafire.com/?zmmnovtyjcn
Click no link para fazer download
 (25min. de duração)

PERMITA SE SER QUEM É...

" Quanto mais exploramos nossos potenciais, mais sentiremos a profunda alegria que é herança do ser humano" (Rollo May).

Saber significa ver a realidade em sua nudez...`´A principal missão do homem, na vida, é dar luz a si mesmo e tornar-se aquilo que ele é potencialmente.`" (Erich Fromm)


Permita-se... Mova-se agora para outro ciclo de experiência... Regressando a um estado de ser que é seu por direito... Nada temas... Nada há que se perder, o essencial permanece... Esta tudo bem, esta tudo em Paz, é seguro fazer isso... Permita-se ir além da ilusão que o separa da totalidade da Vida... Dessa Vida única que se expressa em diferentes formas... Permita-se, tu o pode... Você não está nunca esteve e nunca estará só... Adentre a LUZ no altar do seu coração... Transcenda na comunhão com o Sagrado... No encontro/abraço da Unidade/Totalidade... Nada temas... Permita-se, as “prisões” ilusórias não te podem restringir... Não existem fronteiras no universo... Desperto/Liberto flua na pura LUZ... Tomando posse do Poder/Vontade mais elevada em ti... Em todas as dimensões do Ser... Manifestando a perfeição, beleza, harmonia... No Som sagrado da pulsação da Vida... Na Divina Luz espelhada no olhar... No Divino Sopro que a tudo permeia... Na Vida vivida na Totalidade/Singular... Na Amorosa expressão de Ser/Estar/Viver... Aqui, Agora... 

GRATIDÃO INFINITA!
PAZ PROFUNDA!
COM AMOR 
ClaraLuz.

Irradiação de Cura: Amor.
http://www.mediafire.com/?34tp0u9uzgzpguz
Clique no link para fazer download (21 min de duração)

O CAMINHO DA LIBERTAÇÃO...

EM NOSSAS LÁGIMAS...

"Miserere nobis

Lacrimae meae panis

Dona nobis pacem

Meum cor contritum est


Miserere nobis

Lucerna verbum tuum

Firmamentum meum

Benedictus Dominus


Dona nobis pacem

Benedictus Dominus"

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize."

ABRA SEU CORAÇÃO AO DIVINO AMOR...
PERMITA QUE A MISERICÓRDIA INFINITA TE GUIE NO CAMINHO DA LIBERTAÇÃO....
PAZ PERFEITA!
AMOR PURO!
PODER VERDADEIRO!

NA UNIDADE DA PRESENÇA QUE EM MIM É...

EU SOU

LUZ EM AÇÃO...

UMA CHUVA DA BÊNÇÃOS!
TODA LUZ!!!
LUMINOSO ABRAÇO
COM AMOR
ClaraLuz.

10/11/2012

VIVENCIANDO A VERDADEIRA HUMANIDADE!!!

"...A vida dá a tela, você faz a pintura. Escolha as cores e pegue os pincéis. Tome para você o comando de sua vida ou alguém o fará..."
                
Ouvindo o coração que clama pela inteireza/integridade... Libertando-se do sentir condicionado/limitado... Acordando/vivenciando a Verdadeira Humanidade (uma/unidade), experienciando o universo (unidade/diversidade) em totalidade...
Unido a Fonte, ao centro... Presença Pura... Momento de Graça... Suave raio de Luz se derrama... Inspirando... Presença, consciência de Ser... Seguindo livre, em confiança... Em escolha...Compromisso profundo com a Verdade... Vivendo plenamente a Vida que se experimenta na singularidade... 
EU SOU... Uma(U)nidade...
PAZ profunda!!!
Luminoso Abraço!
raulita erenha.

As Regras para o Ser um Humano:  http://www.youtube.com/watch?v=U622L1XP_m0

01/11/2012

CORPORIFICANDO A GRAÇA DO ÚNICO

“Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido,mas não me deixarei escravizar por coisa alguma...”(1Cor, 6-12)


ESSA FRASE TRANSCENDE MERAMENTE O SABER  SE ISSO OU AQUILO É PROIBIDO OU PERMITIDO...MAS, HÁ QUE SE ESTABELECER SE É DANOSO OU BENÉFICO AO SER PARA SUA PLENA REALIZAÇÃO...
“Tudo posso, mas nem tudo me convém...”

"Confrontar a si mesmo é a primeira, a grande e última vitória..." 
TER CONSCIÊNCIA  “que não faço o bem que eu quero, mas pratico o mal que não quero.”(Rom 7, 19)...E MESMO ASSIM ESTAR DISPOSTO A AJUSTAR A ROTA E RETORNAR AO ESSENCIAL... A VIVER UM DIA DE CADA VEZ...E A CADA DIA, SÓ POR HOJE, VIVER O SEU MELHOR......A RECOMEÇAR QUANTAS VEZES FOR NECESSÁRIO...COM PACIÊNCIA, PERDÃO, AUTO PERDÃO, ACEITAÇÃO...INDO ALÉM DAS APARÊNCIAS...CONSERVANDO A INTERIORIDADE...AFINADO O PENSAR SENTIR AGIR EM CADA MOMENTO...SUTILIZANDO A MATÉRIA E MATERIALIZANDO O ESPÍRITO...CORPORIFICANDO A GRAÇA DO ÚNICO...REVELANDO NA SINGULARIDADE O CORAÇÃO LUMINOSO DA UNIDADE...A PLENA REALIZAÇÃO DA LIBERDADE DE SER...TOTALIDADE!

PAZ PERFEITA!
AMOR MISERICORDIOSO!
PODER VERDADEIRO!

BÊNÇÃOS DE LUZ!!!
FRATERNO ABRAÇO!
COM AMOR
raulita erenha.
VINDE À LUZ